Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação tendencia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação tendencia. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Igreja deve falar a “nova linguagem” da comunicação
Bento XVI considera que a Igreja católica deve aprender e falar a “nova linguagem” dos meios de comunicação e das redes digitais.
Esse foi o desafio que o pontífice deixou nesta segunda-feira aos participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, que reúne até quinta-feira no Vaticano representantes eclesiais, comunicadores e especialistas em comunicação dos cinco continentes.
“Não se trata só de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas de ter o valor de restabelecer de uma maneira mais profunda, como aconteceu em outras épocas, a relação entre a fé, a vida da Igreja e as mudanças que o homem está vivendo”, afirmou o Papa.
Bento XVI deixou ao Conselho das Comunicações a tarefa de aprofundar sobre o tema da “cultura digital”, “estimulando e apoiando a reflexão para uma maior consciência sobre os desafios que esperam a comunidade eclesial e civil”.
O bispo de Roma alentou os participantes na assembleia ao “compromisso de ajudar todos que têm responsabilidade na Igreja a ser capazes de entender, interpretar e falar a ‘nova linguagem’ da mídia em função pastoral, em diálogo com o mundo contemporâneo”.
Para isso, é necessário responder a estas perguntas: “Que desafios lança à fé e à teologia o chamado pensamento digital? Que perguntas e requisitos?”
Novos símbolos e metáforas
“A cultura digital lança novos desafios a nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale da transcendência”, disse.
O próprio Jesus – afirmou o Santo Padre –, “no anúncio do Reino, soube utilizar elementos da cultura e do ambiente de seu tempo: o rebanho, os campos, o banquete, as sementes, etc.”
“Hoje somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ser de ajuda ao falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo”, convidou o Papa.
Comunicação humana
A proposta do Papa é “promover uma comunicação verdadeiramente humana”, que deve analisar o novo fenómeno comunicativo “além de todo entusiasmo ou cepticismo fácil”.
A contribuição dos crentes – afirmou – deve ajudar “o próprio mundo dos meios de comunicação, abrindo horizontes de sentido e de valor que a cultura digital não é capaz por si só de entrever e representar”.
Esse foi o desafio que o pontífice deixou nesta segunda-feira aos participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, que reúne até quinta-feira no Vaticano representantes eclesiais, comunicadores e especialistas em comunicação dos cinco continentes.
“Não se trata só de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas de ter o valor de restabelecer de uma maneira mais profunda, como aconteceu em outras épocas, a relação entre a fé, a vida da Igreja e as mudanças que o homem está vivendo”, afirmou o Papa.
Bento XVI deixou ao Conselho das Comunicações a tarefa de aprofundar sobre o tema da “cultura digital”, “estimulando e apoiando a reflexão para uma maior consciência sobre os desafios que esperam a comunidade eclesial e civil”.
O bispo de Roma alentou os participantes na assembleia ao “compromisso de ajudar todos que têm responsabilidade na Igreja a ser capazes de entender, interpretar e falar a ‘nova linguagem’ da mídia em função pastoral, em diálogo com o mundo contemporâneo”.
Para isso, é necessário responder a estas perguntas: “Que desafios lança à fé e à teologia o chamado pensamento digital? Que perguntas e requisitos?”
Novos símbolos e metáforas
“A cultura digital lança novos desafios a nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale da transcendência”, disse.
O próprio Jesus – afirmou o Santo Padre –, “no anúncio do Reino, soube utilizar elementos da cultura e do ambiente de seu tempo: o rebanho, os campos, o banquete, as sementes, etc.”
“Hoje somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ser de ajuda ao falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo”, convidou o Papa.
Comunicação humana
A proposta do Papa é “promover uma comunicação verdadeiramente humana”, que deve analisar o novo fenómeno comunicativo “além de todo entusiasmo ou cepticismo fácil”.
A contribuição dos crentes – afirmou – deve ajudar “o próprio mundo dos meios de comunicação, abrindo horizontes de sentido e de valor que a cultura digital não é capaz por si só de entrever e representar”.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Nova linguagem para dominar o mundo
"Governance", "partner", "gender", "saúde reprodutiva" são alguns termos de um novo vocabulário utilizado nas instituições internacionais, substituindo conceitos como "governo", "esposo(a)", "homem/mulher", "anticoncepção".
Isso, combinado com uma visão extremista da "não-discriminação", tornou-se uma ferramenta utilizada para impor ideologias contrárias ao pensamento católico e que acaba incidindo em nossa vida diária; e quando o percebemos, já pode ser tarde demais.
Este foi o tema central da conferência de Dom Silvano Tomasi - "O poder da palavra. Verdade e ideologia nos organismos internacionais" -, realizada ontem em Roma, na sede do Centro Internacional de Comunhão e Libertação.
O problema foi exposto pelo próprio arcebispo Tomasi, núncio apostólico e observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Genebra, e pela professora de direito constitucional na Università degli studi di Milano-Bicocca, Marta Carabia. O evento foi moderado pelo diretor do Centro Internacional, Roberto Forlan.
"Genebra é um lugar onde se gera cultura diariamente", afirmou Dom Tomasi, lembrando que lá residem 30 mil funcionários de organismos internacionais, que realizam mais de 9 mil conferências por ano.
Para focalizar o problema, o prelado recordou o pensamento de Bento XVI sobre a ditadura do relativismo: "Uma boa parte das filosofias contemporâneas afirma que o homem não é capaz de conhecer a verdade. E, por conseguinte, o homem que não é capaz disso não poderia ter valores éticos".
Assim, "acaba aceitando, como única referência, a opinião da maioria. No entanto, a história demonstra quão destrutivas podem ser as maiorias", como no caso "das ditaduras impostas pelo nazismo e pelo marxismo".
"Há duas interpretações das experiências humanas - continuou: uma baseada na realidade e outra uma baseada na construção de conveniências de uma realidade desejada. Esta é muito estimada pelos manager das organizações internacionais."
Em contraste, "outras palavras, provenientes da tradição judaico-cristã, são excluídas e tendem a desaparecer: verdade, moral, consciência, razão, pai, mãe, filho, mandamento, pecado, hierarquia, natureza, matrimônio etc."
Ou seja, é "um novo vocabulário, uma mistura", que "representa uma ideologia individualista levada ao extremo e que inspira linhas condutoras dos funcionários da governance global".
"A aspiração das Nações Unidas é criar uma nova ordem internacional e, para conseguir isso, cria uma nova antropologia", como quando se fala de gênero, "não o dado pela natureza, mas o que o indivíduo escolhe".
Assim, "atinge-se a própria estrutura da sociedade no que diz respeito à família", disse.
Dom Tomasi afirmou que a visão tomista, que requer "a conformidade do intelecto com a realidade", é substituída "por um conceito de realidade como construção subjetiva e social, na qual a verdade e a realidade não têm um conteúdo estável".
Assim, a "aliança entre ideologia e pragmatismo é um desafio para a sabedoria cristã, que deve propor sua mensagem de humanismo integral", ainda que, a longo prazo, disse Dom Tomasi, "não se poderá subestimar ou simplesmente ignorar o realismo antropológico da tradição cristã".
O moderador então perguntou sobre quem trabalha nessa linha de afastamento: "São homens malvados que se reúnem à noite, como nos filmes de James Bond?".
Dom Tomasi afirmou que este é um processo muito complexo, "que vai além dos próprios protagonistas". E o problema surge precisamente porque, devido ao relativismo, com uma linguagem ambígua, as pessoas buscam "conclusões e tentativas para chegar a um consenso, ‘pelo bem de todos', dizem".
No entanto, ele explicou: "Dizer que uma pera não é uma maçã não é uma discriminação".
"E estas soft law - indicou - são transformadas em normas jurídicas. Depois, há uma nova convenção e se torna lei; e se aplica até mesmo em uma cidade pequena."
A professora Marta Cartabia, reafirmando o que foi dito por Dom Tomasi, recordou a importância da linguagem no Direito e como, hoje, o tema "direitos humanos" domina a agenda das agências. E também lembrou o sucesso desse tema, juntamente com o de "não-discriminação", como uma alternativa condividida sobre o relativismo.
Assim, com este conceito, visa-se a "criar uma moral superior. Além disso, usa-se o naipe dos direitos humanos como um ás na manga e aqui o dissenso se torna impossível." E isso se transforma em "um atalho sedutor para grupos que não conseguem encontrar aprovação em espaços normais da política", afirmou.
Depois, existe a ambiguidade da linguagem, desde a Conferência de Pequim, com a "discriminação de gênero", que não teria a ver com um fato biológico, mas apenas com a interpretação de um papel que a pessoa quer protagonizar.
Nesta linha, recordou como, hoje, na Espanha e na Alemanha, "podem solicitar uma mudança de sexo garantida pela lei - independentemente das características físicas -, com um procedimento tão banal como ir a um cartório".
E se perguntou: "Como se pode defender a mulher, se o papel é apenas optional?".
"Ainda que às vezes isso não pareça frustrante, é essencial mostrar a mentira", especialmente "se podem ser usados caminhos positivos." E visto que "essa ideologia se separa da realidade", concluiu que "provavelmente a única via transitável é citar a experiência como um argumento válido".
fonte ZENIT
sábado, 15 de janeiro de 2011
A Europa que temos
Folheamos a dita agenda e encontramos indicações consideradas úteis sobre sexo seguro, como deixar de fumar, ser tolerante e combater a xenofobia.
Há sete anos que existe esta agenda, mas desta vez resolveram incluir referências às principais festas religiosas. Assim, a “Agenda Europa” assinala as festas dos judeus,
dos muçulmanos, dos hindus, fala do ano chinês… mas, sobre as festas do cristianismo nem uma só palavra. A maior religião da Europa não merece qualquer referência…
Por exemplo, abrimos a agenda no dia 25 de Dezembro e ficamos a saber que a primeira árvore de Natal surgiu na Estónia no século XV… e se formos ver o que diz a agenda no Domingo de Páscoa, encontramos umas breves linhas sobre a deusa Europa.
Choveram protestos da França, Polónia, Itália, Irlanda e Espanha. Durão Barroso mandou dizer que vai fazer três milhões e duzentas mil erratas para juntar às agendas já distribuídas.
É a Europa que temos!
Fonte RR - Aura Miguel
Há sete anos que existe esta agenda, mas desta vez resolveram incluir referências às principais festas religiosas. Assim, a “Agenda Europa” assinala as festas dos judeus,
dos muçulmanos, dos hindus, fala do ano chinês… mas, sobre as festas do cristianismo nem uma só palavra. A maior religião da Europa não merece qualquer referência…
Por exemplo, abrimos a agenda no dia 25 de Dezembro e ficamos a saber que a primeira árvore de Natal surgiu na Estónia no século XV… e se formos ver o que diz a agenda no Domingo de Páscoa, encontramos umas breves linhas sobre a deusa Europa.
Choveram protestos da França, Polónia, Itália, Irlanda e Espanha. Durão Barroso mandou dizer que vai fazer três milhões e duzentas mil erratas para juntar às agendas já distribuídas.
É a Europa que temos!
Fonte RR - Aura Miguel
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
The faces of tomorrow's book
Meet Nelson, Coupland, and Alice — the faces of tomorrow's book.
Watch global design and innovation consultancy IDEO's vision for the future of the book.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Evangelho do dia para Iphone e Android
Desde domingo (18) já está disponível gratuitamente para Iphone ou telefones “inteligentes” de plataforma Android o “Evangelho do Dia”, um aplicativo que tem o nome de “Evangelizo”.
Junto a esta iniciativa, os promotores anunciam que foi criado um novo site adaptado para navegação a partir de qualquer telefone móvel (http://evangeliodeldia.org).
Criado em 2001, “Evangelizo” propõe a seus leitores o acesso a todas as leituras da liturgia católica do dia.
Ao se conectar com este novo aplicativo, o telefone Android ou o Iphone carregará não só as leituras do dia, mas também de até sete dias passados e os próximos sete dias.
Com 68 colaboradores voluntários no mundo, “Evangelizo” já alcançou cerca de 500 mil leitores por meio de seu serviço diário através de correio eletrônico, assim como as dezenas de milhares de pessoas que acessam site.
Está disponível em dez idiomas (espanhol, francês, inglês, portugês, italiano, alemão, holandês, polonês, árabe e armênio). O serviço também apresenta diferentes calendários lúrgicos para o leitor árabe (os calendários romano, maronita e melquita), para o francês e o inglês (calendários romanos segundo os usos ordinários e extraordinários).
Junto a esta iniciativa, os promotores anunciam que foi criado um novo site adaptado para navegação a partir de qualquer telefone móvel (http://evangeliodeldia.org).
Criado em 2001, “Evangelizo” propõe a seus leitores o acesso a todas as leituras da liturgia católica do dia.
Ao se conectar com este novo aplicativo, o telefone Android ou o Iphone carregará não só as leituras do dia, mas também de até sete dias passados e os próximos sete dias.
Com 68 colaboradores voluntários no mundo, “Evangelizo” já alcançou cerca de 500 mil leitores por meio de seu serviço diário através de correio eletrônico, assim como as dezenas de milhares de pessoas que acessam site.
Está disponível em dez idiomas (espanhol, francês, inglês, portugês, italiano, alemão, holandês, polonês, árabe e armênio). O serviço também apresenta diferentes calendários lúrgicos para o leitor árabe (os calendários romano, maronita e melquita), para o francês e o inglês (calendários romanos segundo os usos ordinários e extraordinários).
sábado, 22 de maio de 2010
iBreviary
Orações no iPhone, iPad e Facebook: nasce iBreviary
Colocar as novas tecnologias ao serviço da vida espiritual de católicos e sacerdotes: este é o objectivo de Paolo Padrini, um jovem sacerdote que criou a iniciativa do iBreviary, uma versão digital do livro da Liturgia das Horas que permite carregá-lo no iPhone e agora no iPad.
O Pe. Padrini, apaixonado pelas novas tecnologias, pertence à diocese de Tortona, no norte da Itália.
Também criou o Praybook, uma aplicação que procura compartilhar orações no Facebook. Ele também é o director do blog Passi nel deserto (Passos no deserto), sobre a actualidade eclesiástica.
Outras de suas criações é o portal Pope2You, que permite aos jovens do mundo inteiro entrar em contacto com o Papa para enviar postais electrónicos.
Mas, principalmente, adverte Padrini, "procuro ser sacerdote, testemunhar o amor de Cristo com a convicção sincera, coerente e presente".
Leia aqui a entrevista na Zenit
Colocar as novas tecnologias ao serviço da vida espiritual de católicos e sacerdotes: este é o objectivo de Paolo Padrini, um jovem sacerdote que criou a iniciativa do iBreviary, uma versão digital do livro da Liturgia das Horas que permite carregá-lo no iPhone e agora no iPad.
O Pe. Padrini, apaixonado pelas novas tecnologias, pertence à diocese de Tortona, no norte da Itália.
Também criou o Praybook, uma aplicação que procura compartilhar orações no Facebook. Ele também é o director do blog Passi nel deserto (Passos no deserto), sobre a actualidade eclesiástica.
Outras de suas criações é o portal Pope2You, que permite aos jovens do mundo inteiro entrar em contacto com o Papa para enviar postais electrónicos.
Mas, principalmente, adverte Padrini, "procuro ser sacerdote, testemunhar o amor de Cristo com a convicção sincera, coerente e presente".
Leia aqui a entrevista na Zenit
terça-feira, 18 de maio de 2010
Igreja alarga fronteiras com as novas tecnologias
D. Manuel Clemente apela a um testemunho cada vez mais interligado
Os padres devem aproveitar as potencialidades das novas tecnologias da comunicação para “alargar” o seu anúncio, defende o Bispo do Porto.
Fazendo eco da mensagem do Papa para o último Dia Mundial das Comunicações Sociais, D. Manuel Clemente, considera que este é um caminho obrigatório “na aldeia global em que cada vez mais vivemos”.
“Assim faremos certamente, e com renovada aplicação e competência, de sacerdotes e leigos”, disse o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Na homilia que proferiu nesta celebração, a 16 de Maio, D. Manuel Clemente destacou que “o anúncio evangélico, mesmo que feito na Internet por um operador individual, testemunha sempre uma vivência comunitária, pois só comunitariamente acontece a plena experiência cristã”.
O prelado indicou ainda que “o contacto virtual tem de ganhar presença e rosto no contacto inter-pessoal e comunitário, mais cedo ou mais tarde, mas inevitavelmente. Intensa e pessoal foi a experiência do Ressuscitado”.
Para o Bispo do Porto, cada comunidade cristã deve transformar-se “num ponto de emissão e encontro, em interligação com muitas outras, de proposta complementar e diversa geografia”.
Na sequência da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2010, encontra-se aberta uma “janela” especial na Ecclesia, intitulada “Padres no Digital”.
A intenção é centrar a celebração deste ano no mundo virtual, partilhando “textos, fotos, documentos, dados, impressões, reacções” em duas redes sociais: o Facebook e o Twitter.
É um espaço aberto a todos, leigos, agentes de pastoral e aqueles que queiram partilhar as questões expostas.
in Agência Ecclesia
Os padres devem aproveitar as potencialidades das novas tecnologias da comunicação para “alargar” o seu anúncio, defende o Bispo do Porto.
Fazendo eco da mensagem do Papa para o último Dia Mundial das Comunicações Sociais, D. Manuel Clemente, considera que este é um caminho obrigatório “na aldeia global em que cada vez mais vivemos”.
“Assim faremos certamente, e com renovada aplicação e competência, de sacerdotes e leigos”, disse o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Na homilia que proferiu nesta celebração, a 16 de Maio, D. Manuel Clemente destacou que “o anúncio evangélico, mesmo que feito na Internet por um operador individual, testemunha sempre uma vivência comunitária, pois só comunitariamente acontece a plena experiência cristã”.
O prelado indicou ainda que “o contacto virtual tem de ganhar presença e rosto no contacto inter-pessoal e comunitário, mais cedo ou mais tarde, mas inevitavelmente. Intensa e pessoal foi a experiência do Ressuscitado”.
Para o Bispo do Porto, cada comunidade cristã deve transformar-se “num ponto de emissão e encontro, em interligação com muitas outras, de proposta complementar e diversa geografia”.
Na sequência da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2010, encontra-se aberta uma “janela” especial na Ecclesia, intitulada “Padres no Digital”.
A intenção é centrar a celebração deste ano no mundo virtual, partilhando “textos, fotos, documentos, dados, impressões, reacções” em duas redes sociais: o Facebook e o Twitter.
É um espaço aberto a todos, leigos, agentes de pastoral e aqueles que queiram partilhar as questões expostas.
in Agência Ecclesia
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Igreja: de Gutenberg ao Facebook
A mensagem pode ser diferente, mas o meio parece ser o mesmo. Da religião muçulmana ao budismo, passando pela Igreja Evangélica e Ortodoxa, todos seguem o exemplo da Igreja Católica ao reconhecer as potencialidades da Internet, seja para comunicar com os fiéis ou para dar a conhecer a sua religião. Evidencia-se desta forma a evolução na forma de propagação da fé, marcada por um progresso gradual desde a imprensa de Gutenberg aos dias de hoje. Contudo, esta evolução esteve estagnada, pois durante muito tempo a Igreja Católica deteve o maior de todos os meios de comunicação de que se tem conhecimento na História: o púlpito. O lugar a partir do qual se fazia a pregação também era o lugar de onde partiam as orientações, as boas e as más notícias. A partir da metade do século passado, quando a sociedade deixou gradualmente de ser rural para ser iminentemente urbana, este eixo também se deslocou e a Igreja teve dificuldade em encontrar o seu lugar.
Ultimamente, a evangelização pelos meios de comunicação online tem sido uma das principais preocupações do Vaticano. São frequentes os pronunciamentos do Papa e de outros membros da cúria romana sobre a necessidade urgente de a Igreja (clero e leigos) usar estes meios de forma consistente e criativa, sem obviamente se descuidar a evangelização e o testemunho cristão. A ideia que se tinha da Igreja Católica como estrutura rígida de transmissão da sua doutrina parece cada vez mais estar a cair por terra, pois existem cada vez mais blogs, páginas de Internet e redes sociais ligados à religião. Tratar-se-á de cumprir o desafio que Jesus propôs aos seus discípulos “ide por todo o mundo e anunciai a Boa Nova"? Ou será uma tentativa de resgate de fiéis?
LER +
FÁBIO VENTURA
PORTAL - VER
Ultimamente, a evangelização pelos meios de comunicação online tem sido uma das principais preocupações do Vaticano. São frequentes os pronunciamentos do Papa e de outros membros da cúria romana sobre a necessidade urgente de a Igreja (clero e leigos) usar estes meios de forma consistente e criativa, sem obviamente se descuidar a evangelização e o testemunho cristão. A ideia que se tinha da Igreja Católica como estrutura rígida de transmissão da sua doutrina parece cada vez mais estar a cair por terra, pois existem cada vez mais blogs, páginas de Internet e redes sociais ligados à religião. Tratar-se-á de cumprir o desafio que Jesus propôs aos seus discípulos “ide por todo o mundo e anunciai a Boa Nova"? Ou será uma tentativa de resgate de fiéis?
LER +
FÁBIO VENTURA
PORTAL - VER
domingo, 24 de janeiro de 2010
Papa quer padres no ciberespaço
Mensagem de Bento XVI para o 44.º Dia Mundial das Comunicações Sociais
Bento XVI quer que os padres aproveitem as potencialidades das novas tecnologias, na área da comunicação, marcando uma presença diferente no mundo “digital”.
Os sacerdotes, indica o Papa, devem “anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis, inclusive para a evangelização e a catequese”.
Bento XVI quer que os padres aproveitem as potencialidades das novas tecnologias, na área da comunicação, marcando uma presença diferente no mundo “digital”.
Os sacerdotes, indica o Papa, devem “anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis, inclusive para a evangelização e a catequese”.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Lena Comunicação convida quatro bispos para “directores” de quatro publicações do grupo
Quatro jornais da Lena Comunicação vão abrir o ano de 2010 sob a direcção dos Bispos das Dioceses onde estão sedeadas as publicações. O cargo será assumido por apenas um dia, numa iniciativa que assinala o Dia Mundial da Paz, a 1 de Janeiro, e o anúncio da primeira visita do Papa Bento XVI a Portugal, marcada para Maio do próximo ano.
Assim, a primeira edição de 2010 das publicações “Jornal do Centro”, “Jornal da Bairrada”, “Diário As Beiras” e “Região de Leiria”, serão coordenadas pelos bispos D. Ilídio Pinto Leandro, D. António Francisco dos Santos, D. Albino Mamede Cleto e D. António Marto, respectivamente.
“A convite dos jornais, os bispos das Dioceses de Viseu, Aveiro, Coimbra, e Leiria, assumirão o papel de “directores” por uma edição. Essa tarefa implica participar na reunião de planeamento da edição, dando sugestões de trabalhos que gostariam de ver nas páginas dos jornais, a redacção de textos de opinião e mesmo até, quem sabe, a condução de uma entrevista”, explica a empresa em comunicado.
AB
Fonte: Lena Comunicação
Assim, a primeira edição de 2010 das publicações “Jornal do Centro”, “Jornal da Bairrada”, “Diário As Beiras” e “Região de Leiria”, serão coordenadas pelos bispos D. Ilídio Pinto Leandro, D. António Francisco dos Santos, D. Albino Mamede Cleto e D. António Marto, respectivamente.
“A convite dos jornais, os bispos das Dioceses de Viseu, Aveiro, Coimbra, e Leiria, assumirão o papel de “directores” por uma edição. Essa tarefa implica participar na reunião de planeamento da edição, dando sugestões de trabalhos que gostariam de ver nas páginas dos jornais, a redacção de textos de opinião e mesmo até, quem sabe, a condução de uma entrevista”, explica a empresa em comunicado.
AB
Fonte: Lena Comunicação
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Melhores estratégias de mídia para as Igrejas
A cobertura inadequada que os meios de comunicação fazem do campo religioso é um problema frequente, mas um especialista insiste em que as Igrejas têm de comunicar muito melhor a sua mensagem.
Phil Cooke é filho de um pastor e dirige sua própria empresa de consultoria e produção de mídia, a Cooke Pictures. Em dois livros recentes, ele analisa as mudanças na cultura popular e como a geração mais jovem utiliza os meios de comunicação. Se as Igrejas querem-se fazer ouvir, elas precisam responder adequadamente à nova situação, ou correm o risco de não serem escutadas.
Apesar dos livros terem sido escritos no contexto das Igrejas evangélicas nos EUA, há pontos válidos para qualquer análise de religião e mídia.
Em seu livro de 2008, "Branding Faith: Why Some Churches and Non-Profits Impact Culture and Others Don't” (Regal), ele admite que a ideia de usar a linguagem como a marca em um contexto religioso pode ser inadequada.
Ao final, porém, a questão não é apenas um exercício superficial de marketing, mas sobre como as pessoas percebem a organização e sua mensagem. Sua proposta não é a tentativa de dar uma nova marca à fé cristã, ideia que ele descreve como absurda, mas definir como expressar a fé em uma cultura midiática dominante.
Para ilustrar algumas das mudanças na cultura contemporânea, Cooke observa que o termo mídia de massa já não é exato. Hoje, a mídia está mais para a personalização. O número de canais de televisão explodiu nos últimos anos, a Internet abriu novas possibilidades de comunicação e a audiência das principais estações de TV e jornais declinou drasticamente.
Ainda mais importante que isso é a atitude do espectador, que é muito diferente. No passado, líderes das Igrejas e comunicadores cristãos pensavam que tinham as respostas para o que seu público queria, e que a audiência iria ouvir. No entanto hoje o espectador está mudando, e o desafio é fazê-lo ouvir e responder.
Percepção
A chave da eficácia de uma marca está na percepção, de acordo com Cooke. Isso é evidente tendo em conta o fascínio pelas celebridades. Hoje, basta estar na mídia para se tornar famoso, sendo a contrapartida real não mais necessária, ele salientou.
Nesse sentido, é útil observar o modo como a publicidade passou de informativa para emocional. Muito frequentemente, hoje, quando vemos um anúncio, não é sobre o produto. Ele nos diz como nos sentiremos ao usarmos o produto.
Enquanto as Igrejas podem considerar a questão da percepção como uma mera ferramenta manipuladora, Cooke recomenda que consideremos o seu potencial positivo.
Uma boa marca comunica ideias, valores e padrões. Há, evidentemente, um lado negativo das marcas, Cooke admite. A compra e venda de produtos através da manipulação e distorção altera nossas prioridades.
Por outro lado, Cooke argumenta que muitas vezes as Igrejas têm feito um trabalho pobre de comunicação com a sociedade. Para atingir uma cultura pós-cristã, precisamos falar em uma linguagem que ela entenda. Isto significa respeitar seus valores –mesmo que não se concorde com eles– e ser atraente o suficiente para despertar sua atenção.
"Se nós queremos ter sucesso em comunicar uma mensagem de esperança, temos de perceber que a cultura não pensa do mesmo modo que nós", Cooke observou.
Mundo digital
Em seu livro publicado no início deste ano, "The Last TV Evangelist: Why the Next Generation Couldn't Care Less About Religious Media and Why It Matters" (Conversant Media Group), Cooke enfatizada como nesta era da informação instantânea a percepção importa mais do que nunca.
"A geração anterior se satisfazia em ouvir o último sermão, mas os contemporâneos querem ser parte do diálogo, eles precisam dar a sua contrapartida, ou não vão se interessar", Cooke adverte.
Portanto, Cooke sugere que se comece a desenvolver a cultura de ouvir. Ele também assinala que um único meio não é capaz de captar toda a atenção de um consumidor.
Quanto mais opções midiáticas estiverem disponíveis, ao invés de eliminar as escolhas anteriores, as novas serão simplesmente mescladas a elas. Isso significa que oferecer simplesmente um programa de TV ou de rádio não é suficiente.
Cooke também insiste em que as Igrejas precisam levar em conta o crescimento das redes sociais. Poucas pessoas com menos de 30 anos não têm uma página pessoal em um site de rede social, ele salientou.
O marketing em favor de uma causa é outra característica dos últimos tempos. Empresas têm descoberto que o apoio à caridade pode ser bom para os negócios. A geração mais nova é atraída pela caridade. Ao invés de apenas doar dinheiro, ela se interessa pela causa.
Tecnologias móveis e blogs são outras ferramentas que Igrejas têm de prestar mais atenção, Cooke argumentou.
Recomendações
Nos seus dois livros, Cooke faz uma série de recomendações aos líderes religiosos sobre a forma de comunicar melhor a sua mensagem.
Um dos principais pontos é sobre o poder das imagens. Os jovens de hoje falam a linguagem do design, ele comentou. Portanto, se a Igreja quiser causar impacto, o design é a linguagem que temos de aprender. Sem um elemento visual, atingir as pessoas hoje em dia se torna mais difícil.
Cooke também adverte contra o perigo de perseguição da relevância. "A maioria das pessoas trabalha arduamente para ser relevante e acaba caindo infelizmente na irrelevância", ele observou. O erro é confundir relevância com tendência. Relevância não é perseguir modismos, ele diz, mas se trata de firmar-se nas verdades eternas.
Especialmente no seu segundo livro, Cooke criticou a tendência de se concentrar nas mensagens negativas. Boicotes e campanhas negativas simplesmente não funcionam, ele diz.
"Hoje, os cristãos são conhecidos como as pessoas que são contra tudo". "Deveríamos ser conhecidos como pessoas que são a favor de alguma coisa, algo positivo que pode transformar vidas e impactar a cultura", argumentou Cooke.
É claro –ele acrescentou– que é perfeitamente adequado nomear o mal pelo que ele é, e mobilizar-se para mudar esta situação. O que devemos evitar, no entanto, Cooke recomenda, é fazer-se inimigo de determinada questão.
Cooke também sustentou que, no futuro, não iremos falar sobre mídia cristã, mas sobre cristãos que criam mídias. Não é sobre como criar um "porto seguro", onde podemos viver protegidos do mundo, mas sobre envolver a cultura contemporânea e comunicar a mensagem evangélica.
Significado
Ele também argumenta que a busca de sentido é a mais poderosa força no mundo. O que precisamos fazer é mostrar à sociedade que nós não estamos contra ela, que temos uma história atraente, e que a história pode mudar as suas circunstâncias. Quando isso acontecer, eu acredito que eles irão escutar, afirmou Cooke.
O autor criticou a tendência de algumas Igrejas cristãs de fornecer respostas simplistas e fácies para o público. Temos de admitir, argumentou ele, que muitas vezes as respostas corretas são difíceis. Nesse sentido, os esforços midiáticos das Igrejas tentarão conquistar a audiência nas questões, e então tentar ajudá-la e encontrar respostas.
Precisamos manter nosso foco em alcançar o mundo com uma mensagem de esperança, Cooke concluiu. Um tema que tem sido prioridade de Bento XVI, em particular em sua encíclica dedicada à esperança.
Nosso foco, Cook conclui, deve ser atingir o mundo com uma mensagem de esperança. Um conselho benéfico para qualquer Igreja.
Zenit
Phil Cooke é filho de um pastor e dirige sua própria empresa de consultoria e produção de mídia, a Cooke Pictures. Em dois livros recentes, ele analisa as mudanças na cultura popular e como a geração mais jovem utiliza os meios de comunicação. Se as Igrejas querem-se fazer ouvir, elas precisam responder adequadamente à nova situação, ou correm o risco de não serem escutadas.
Apesar dos livros terem sido escritos no contexto das Igrejas evangélicas nos EUA, há pontos válidos para qualquer análise de religião e mídia.
Em seu livro de 2008, "Branding Faith: Why Some Churches and Non-Profits Impact Culture and Others Don't” (Regal), ele admite que a ideia de usar a linguagem como a marca em um contexto religioso pode ser inadequada.
Ao final, porém, a questão não é apenas um exercício superficial de marketing, mas sobre como as pessoas percebem a organização e sua mensagem. Sua proposta não é a tentativa de dar uma nova marca à fé cristã, ideia que ele descreve como absurda, mas definir como expressar a fé em uma cultura midiática dominante.
Para ilustrar algumas das mudanças na cultura contemporânea, Cooke observa que o termo mídia de massa já não é exato. Hoje, a mídia está mais para a personalização. O número de canais de televisão explodiu nos últimos anos, a Internet abriu novas possibilidades de comunicação e a audiência das principais estações de TV e jornais declinou drasticamente.
Ainda mais importante que isso é a atitude do espectador, que é muito diferente. No passado, líderes das Igrejas e comunicadores cristãos pensavam que tinham as respostas para o que seu público queria, e que a audiência iria ouvir. No entanto hoje o espectador está mudando, e o desafio é fazê-lo ouvir e responder.
Percepção
A chave da eficácia de uma marca está na percepção, de acordo com Cooke. Isso é evidente tendo em conta o fascínio pelas celebridades. Hoje, basta estar na mídia para se tornar famoso, sendo a contrapartida real não mais necessária, ele salientou.
Nesse sentido, é útil observar o modo como a publicidade passou de informativa para emocional. Muito frequentemente, hoje, quando vemos um anúncio, não é sobre o produto. Ele nos diz como nos sentiremos ao usarmos o produto.
Enquanto as Igrejas podem considerar a questão da percepção como uma mera ferramenta manipuladora, Cooke recomenda que consideremos o seu potencial positivo.
Uma boa marca comunica ideias, valores e padrões. Há, evidentemente, um lado negativo das marcas, Cooke admite. A compra e venda de produtos através da manipulação e distorção altera nossas prioridades.
Por outro lado, Cooke argumenta que muitas vezes as Igrejas têm feito um trabalho pobre de comunicação com a sociedade. Para atingir uma cultura pós-cristã, precisamos falar em uma linguagem que ela entenda. Isto significa respeitar seus valores –mesmo que não se concorde com eles– e ser atraente o suficiente para despertar sua atenção.
"Se nós queremos ter sucesso em comunicar uma mensagem de esperança, temos de perceber que a cultura não pensa do mesmo modo que nós", Cooke observou.
Mundo digital
Em seu livro publicado no início deste ano, "The Last TV Evangelist: Why the Next Generation Couldn't Care Less About Religious Media and Why It Matters" (Conversant Media Group), Cooke enfatizada como nesta era da informação instantânea a percepção importa mais do que nunca.
"A geração anterior se satisfazia em ouvir o último sermão, mas os contemporâneos querem ser parte do diálogo, eles precisam dar a sua contrapartida, ou não vão se interessar", Cooke adverte.
Portanto, Cooke sugere que se comece a desenvolver a cultura de ouvir. Ele também assinala que um único meio não é capaz de captar toda a atenção de um consumidor.
Quanto mais opções midiáticas estiverem disponíveis, ao invés de eliminar as escolhas anteriores, as novas serão simplesmente mescladas a elas. Isso significa que oferecer simplesmente um programa de TV ou de rádio não é suficiente.
Cooke também insiste em que as Igrejas precisam levar em conta o crescimento das redes sociais. Poucas pessoas com menos de 30 anos não têm uma página pessoal em um site de rede social, ele salientou.
O marketing em favor de uma causa é outra característica dos últimos tempos. Empresas têm descoberto que o apoio à caridade pode ser bom para os negócios. A geração mais nova é atraída pela caridade. Ao invés de apenas doar dinheiro, ela se interessa pela causa.
Tecnologias móveis e blogs são outras ferramentas que Igrejas têm de prestar mais atenção, Cooke argumentou.
Recomendações
Nos seus dois livros, Cooke faz uma série de recomendações aos líderes religiosos sobre a forma de comunicar melhor a sua mensagem.
Um dos principais pontos é sobre o poder das imagens. Os jovens de hoje falam a linguagem do design, ele comentou. Portanto, se a Igreja quiser causar impacto, o design é a linguagem que temos de aprender. Sem um elemento visual, atingir as pessoas hoje em dia se torna mais difícil.
Cooke também adverte contra o perigo de perseguição da relevância. "A maioria das pessoas trabalha arduamente para ser relevante e acaba caindo infelizmente na irrelevância", ele observou. O erro é confundir relevância com tendência. Relevância não é perseguir modismos, ele diz, mas se trata de firmar-se nas verdades eternas.
Especialmente no seu segundo livro, Cooke criticou a tendência de se concentrar nas mensagens negativas. Boicotes e campanhas negativas simplesmente não funcionam, ele diz.
"Hoje, os cristãos são conhecidos como as pessoas que são contra tudo". "Deveríamos ser conhecidos como pessoas que são a favor de alguma coisa, algo positivo que pode transformar vidas e impactar a cultura", argumentou Cooke.
É claro –ele acrescentou– que é perfeitamente adequado nomear o mal pelo que ele é, e mobilizar-se para mudar esta situação. O que devemos evitar, no entanto, Cooke recomenda, é fazer-se inimigo de determinada questão.
Cooke também sustentou que, no futuro, não iremos falar sobre mídia cristã, mas sobre cristãos que criam mídias. Não é sobre como criar um "porto seguro", onde podemos viver protegidos do mundo, mas sobre envolver a cultura contemporânea e comunicar a mensagem evangélica.
Significado
Ele também argumenta que a busca de sentido é a mais poderosa força no mundo. O que precisamos fazer é mostrar à sociedade que nós não estamos contra ela, que temos uma história atraente, e que a história pode mudar as suas circunstâncias. Quando isso acontecer, eu acredito que eles irão escutar, afirmou Cooke.
O autor criticou a tendência de algumas Igrejas cristãs de fornecer respostas simplistas e fácies para o público. Temos de admitir, argumentou ele, que muitas vezes as respostas corretas são difíceis. Nesse sentido, os esforços midiáticos das Igrejas tentarão conquistar a audiência nas questões, e então tentar ajudá-la e encontrar respostas.
Precisamos manter nosso foco em alcançar o mundo com uma mensagem de esperança, Cooke concluiu. Um tema que tem sido prioridade de Bento XVI, em particular em sua encíclica dedicada à esperança.
Nosso foco, Cook conclui, deve ser atingir o mundo com uma mensagem de esperança. Um conselho benéfico para qualquer Igreja.
Zenit
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Vaticano destaca potencialidades das redes sociais

O secretário do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Paul Tighe, saiu em defesa dos aspectos positivos das novas mídias, após as advertências que o arcebispo de Westminster, Dom Vincent Nichols, fez ao uso demasiado da internet e das redes sociais.
Dom Tighe considera que é preciso ter em conta os riscos mas também as potencialidades das redes sociais.
Este responsável falava à Rádio Vaticano –segundo refere Agência Ecclesia–, destacando como aspectos positivos hoje a facilidade de comunicação entre as pessoas e a “bênção” que é poder “estar muito mais informado sobre o que acontece no mundo, e isso tem um potencial muito importante”.
Dom Tighe recorda que Bento XVI, na mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano, falou em termos “muito positivos” das potencialidades das novas mídias para fazer comunidade e ajudar os jovens a manter e desenvolver amizades.
Ainda assim, diz o secretário, é preciso distinguir o tipo de amizade de que estamos a falar: “Há jovens que dizem ter 200 ou 300 amigos no Facebook, mas não é a mesma coisa que ter um amigo verdadeiro, que está ao nosso lado, compreende, ajuda, desafia”.
Lembrando o caso de uma jovem britânica que se suicidou após ter sido maltratada numa rede social, o bispo sublinha que, tal como afirmou o Papa, “quando estamos com as pessoas através dos novos meios de comunicação, devemos estar sempre alerta para respeitar o próximo”.
Por outro lado, indica Dom Tighe, “é muito importante que a Igreja procure apoiar a família, porque a comunicação no meio familiar continua a ser fundamental”.
“Não se trata de dizer aos jovens que não podem ter contatos digitais com as redes sociais, mas é necessário fazer que esses contatos não sirvam para separar o filho ou a filha da vida normal da família”, conclui.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Galeria de arte encoraja profanação da Bíblia

Uma instalação montada numa galeria de arte de Glasgow convidava as pessoas que se sentem ostracizadas pela religião a escreverem o que quisessem nas páginas de uma Bíblia aberta. Os funcionários ofereciam canetas a quem as solicitasse.
A partir do momento em que o caso começou a gerar polémica, a Gallery of Modern Art encerrou a Bíblia num mostruário, convidando os visitantes a escrever comentários em folhas brancas.
Inicialmente, o projecto “Untitled 2009” era dirigido a “homossexuais e transexuais que se sintam excluídos pela religião”. Os comentários atingiram níveis de obscenidade e de ofensa que motivaram o Vaticano a lamentar o “vandalismo” a que a Bíblia estava a ser sujeita. “Nojento e ofensivo”, foi como um porta-voz da Igreja Católica descreveu o projecto acrescentando que “não lhes passaria pela cabeça fazer isto com o Alcorão”.
A instalação, assinada por Anthony Schrag, não foi a única a ofender os cristãos. Na galeria, pode-se ainda ver-se um vídeo em que uma mulher surge a rasgar páginas de uma Bíblia, colocando-as na boca e na roupa interior.
A advogada Andrea Minichiello Williams, directora de uma organização de advogados cristãos, criticou severamente a exposição, afi rmando ter-se chegado “ao ponto em que descrevemos a profanação da Bíblia como arte moderna”. Williams sublinhou também que a Bíblia “representa o contrário desta arte: criação, beleza, esperança e regeneração”.
(RR)
terça-feira, 16 de junho de 2009
ADSL: Amar Deus Sem Limites. Igreja rende-se às redes sociais

Em Portugal, a Igreja Católica nunca esteve tão ligada à rede. Blogues, Twitter, Facebook - a evangelização online já começou.
No grande universo que é a presença da igreja portuguesa online, há os que estão lá desde o início, os que se ligaram à rede há poucos anos e os que só agora dizem "presente". Luís Francisco, padre em cinco paróquias do distrito de Coimbra, pertence ao último grupo. Há poucos meses, desabafou com um amigo: "Tenho 40 mil paroquianos com quem não consigo falar." Depois, veio o pedido: "Faz-me aí uma página web; quero entrar no Twitter, no Facebook, nos blogues e espalhar a mensagem por SMS." Desde então, a adesão dos paroquianos aumenta todas as semanas. Aos 31 anos, Luís Francisco acredita que "continuam a fazer todo o sentido as relações cara a cara, mas, por outro lado, a relação cibernética pode ajudar a derrubar um conjunto de inibições". O padre Luís Miranda concorda e acrescenta: "Há jovens (e adultos) para quem a descoberta do rosto de Deus e a descoberta desta Igreja viva começou com uma busca online."
A pergunta que se impõe é: para quem é esta igreja?
ler +
domingo, 7 de junho de 2009
Um Milhão de Terços por Portugal

Vários grupos de jovens católicos em Lisboa estão a promover uma campanha de oração maciça por Portugal. O objectivo é atingir o milhão de terços diários, em cumprimento do pedido de Nossa Senhora aos pastorinhos de Fátima para que rezassem o terço. A campanha foi lançada na Basílica dos Mártires, no Chiado, em Lisboa. Os objectivos da campanha foram então explicados: passa por promover a oração diária do terço, mas com a intenção específica de rezar por Portugal.
Os interessados podem preencher uma ficha de inscrição onde especificam aquilo que se comprometem a rezar. "Pode ser um terço por dia ou um certo número por semana. Podem até juntar um grupo de cinco amigos em que cada um reza uma dezena por dia, perfazendo um terço em conjunto", explica Graça, uma das promotoras do evento.
A campanha prolonga-se pelo menos até ao dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, altura na qual se realizará uma peregrinação até ao Santuário de Vila Viçosa e se fará a entrega simbólica dos terços rezados a Nossa Senhora.
Mais informação no site tercosporportugal.com.pt
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 13 de maio de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)



