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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Este verão, queres ser sereia ou baleia?


Há tempos, numa cidade de França, um cartaz, com uma jovem espectacular, na montra de um ginásio, dizia: "Este verão, queres ser sereia ou baleia?"

Dizem que uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:

"Estimados Senhores:
As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas, às quais amamentam. Divertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia. As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e praticamente não têm outros predadores além dos humanos. São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.
As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teriam um grave problema de personalidade, "mulher ou peixe?". Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos. 

São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes. Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixaria?

Para mim está claro, quero ser baleia.

P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro desfrutar de um gelado com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos. Com o tempo ganhamos peso, porque ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo, por isso não estamos gordas, somos tremendamente cultas. A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei, Meu Deus, que inteligente que sou...

terça-feira, 24 de março de 2009

APAGÃO MUNDIAL - 28 DE MARÇO


Mil cidades de 75 países, onde vivem 1000 milhões de pessoas (quase 1/6 da população mundial), vão apagar parcialmente as luzes no dia 28 de Março, numa iniciativa da organização ambientalista World Wild Fund (WWF) destinada a encorajar as empresas, instituições, comunidades e pessoas a reduzir as suas emissões de CO2.

Em Portugal a Hora do Planeta vai acontecer entre as 20h30 e as 21h30 em Lisboa e já conta com a adesão do Cristo-Rei, Ponte 25 de Abril, Palácio de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Padrão das Descobertas, Castelo de S. Jorge, Paços do Concelho, Museu da Electricidade e Centro Cultural de Belém.

Estima-se ainda que 500 mil portugueses adiram individualmente à iniciativa, pondo os seus lares às escuras durante uma hora. A organização conta com vários parceiros nacionais activamente envolvidos na divulgação da mensagem do evento, como a Câmara Municipal de Lisboa, Centro Cultural de Belém, IKEA, Coca-Cola, Nokia, Ogilvy, Estradas de Portugal e Cerger.

"A Hora do Planeta é a oportunidade para o cidadão comum de todos os cantos do mundo unir-se a uma voz única que grita pela exigência de uma acção contra as alterações climáticas", afirmou recentemente Andy Ridley, director executivo da iniciativa.

O WWF considera 2009 "um ano crítico quanto a esta questão, porque é o ano em que os líderes mundiais, sob o apelo da ONU, se vão reunir em Dezembro na Conferência de Copenhaga para prepararem um novo acordo que substitua o Protocolo de Quioto".

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Igreja alemã quer ser mais “ecológica”


Locais de culto responsáveis por elevadas emissões de Co2
Igrejas chamam a atenção dos fiéis para pouparem o ambiente e cortam na luz e aquecimento dos edifícios.

Proteger o ambiente pode não fazer parte dos Dez Mandamentos, mas se é um dever de todos os cidadãos, a Igreja não pode ser uma excepção. Neste sentido, a Igreja alemã decidiu tornar-se

mais “ecológica” e por isso as habituais missas de domingo vão ser mais frias e com menos luz. Esta medida pretende reagir às conclusões de um estudo, feito na Alemanha, que descobriu que as igrejas do país são responsáveis por emissões anuais de cerca de 18 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera. “Este número corresponde às emissões totais de CO2 feitas pela Eslovénia”, comparou Jobst Kraus, da igreja protestante Academy Bad Boll. Nesta demanda de “salvar o planeta”, as igrejas vão também angariar dinheiro para a instalação de painéis solares. Além disso, está ainda prevista a substituição das caldeiras que serviam para aquecer os edifícios e a colocação de avisos perto dos interruptores de luz a lembrar os fiéis das suas obrigações com o ambiente.

Mas este não é um caso único, uma vez que há cada vez mais igrejas no mundo preocupadas com os efeitos do aquecimento global. Nos EUA, foram instituídos os chamados “Domingos sem gasolina”, que obrigam os coristas e todo o clero a deslocar-se para a igreja de bicicleta. E a Igreja de Inglaterra já se comprometeu a reduzir as emissões de carbono em 40 por cento até 2050.

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