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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Há ou não um Deus? - e se há, o que tem a ver connosco?
Por detrás do silêncio do universo, por detrás das nuvens da história, há ou não um Deus? E se há esse Deus, que nos conhece, o que tem a ver connosco?, exemplificou o Papa perante os mais de 260 participantes na 13ª assembleia sinodal ordinária, a decorrer no Vaticano.
Lembrando que "muitas pessoas se perguntam" se Deus é ou não uma "hipótese', Bento XVI declarou que o Evangelho (palavra de origem grega que significa boa notícia) "quer dizer que Deus rompeu o seu silêncio, falou, existe".
No seu primeiro discurso na sala do Sínodo, o Papa frisou que “o cristão não deve ser morno”, afirmando mesmo que “este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje”.
Para Bento XVI, é importante recuperar o sentido da confissão (confessio, em latim) da fé, que implica um risco de morte e capacidade de sofrer por aquilo em que se acredita.
“Isto garante a credibilidade: a confissão implica a disponibilidade de dar a minha vida, de aceitar o sofrimento”, referiu.
Segundo o Papa, a fé não é algo que se possa “deixar cair” e a sua confissão “é o primeiro alicerce da evangelização”, que se deve tornar visível através da ação de caridade para ser “força do presente e do futuro”.
“O fogo é luz, é calor, força de transformação: a cultura humana começou quando o homem descobriu que podia criar o fogo que destrói, mas, sobretudo, transforma, renova e cria uma novidade, a do homem que se torna luz em Deus”, prosseguiu.
fonte Agência Ecclesia
Lembrando que "muitas pessoas se perguntam" se Deus é ou não uma "hipótese', Bento XVI declarou que o Evangelho (palavra de origem grega que significa boa notícia) "quer dizer que Deus rompeu o seu silêncio, falou, existe".
No seu primeiro discurso na sala do Sínodo, o Papa frisou que “o cristão não deve ser morno”, afirmando mesmo que “este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje”.
Para Bento XVI, é importante recuperar o sentido da confissão (confessio, em latim) da fé, que implica um risco de morte e capacidade de sofrer por aquilo em que se acredita.
“Isto garante a credibilidade: a confissão implica a disponibilidade de dar a minha vida, de aceitar o sofrimento”, referiu.
Segundo o Papa, a fé não é algo que se possa “deixar cair” e a sua confissão “é o primeiro alicerce da evangelização”, que se deve tornar visível através da ação de caridade para ser “força do presente e do futuro”.
“O fogo é luz, é calor, força de transformação: a cultura humana começou quando o homem descobriu que podia criar o fogo que destrói, mas, sobretudo, transforma, renova e cria uma novidade, a do homem que se torna luz em Deus”, prosseguiu.
fonte Agência Ecclesia
terça-feira, 22 de maio de 2012
Tempos «difíceis» pedem linguagem de esperança, defende cardeal-patriarca
O cardeal-patriarca de Lisboa considera que os católicos presentes nos
diversos órgãos de comunicação social têm a responsabilidade acrescida,
nestes tempos “difíceis”, de ajudar as pessoas a lerem a realidade à luz
da esperança que brota do Evangelho.
Para D. José Policarpo, o “testemunho” da fé pode levar “homens e
mulheres” a encararem os problemas atuais “não apenas com os dados
imediatos da economia ou sociologia” mas sobretudo com o vigor contido
na “mensagem de Jesus”.
Comunicar significa antes de mais “anunciar aquilo em que se
acredita”, recorda o prelado, e a “grande questão” hoje em dia, no meio
da “força” que move os media, alimentada pela tecnologia, é perceber se
“tudo o que se diz e se escreve” resulta realmente de “um testemunho” ou
se “são só palavras”.
“Aquilo que toca o coração das pessoas não são as palavras, mas sim
aquela carga de vida que elas levam e que sai do coração de quem as
pronuncia”, sublinha o cardeal-patriarca, acrescentando que, no caso dos
“media que pertencem à Igreja”, o “anúncio” da vida nova de Cristo aos
homens é uma “obrigação”.
D. José Policarpo enviou este desafio aos jornalistas cristãos no
último domingo, durante uma celebração eucarística na paróquia da
Benedita, Diocese de Lisboa, por ocasião da celebração do 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais.
O cardeal-patriarca assinalou também os 80 anos do jornal “Voz da
Verdade”, que saiu pela primeira vez à rua no dia 10 de janeiro de 1932.
Depois de recordar todos aqueles que contribuíram para a publicação
daquele semanário dominical do Patriarcado de Lisboa, o prelado pediu
aos profissionais da comunicação para que se deixem sempre guiar pelos
valores da “sinceridade” e “veracidade”.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Media: Conjugação entre silêncio e palavra oferece «independência» e rigor à informação
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A experiência do silêncio oferece “independência de critérios e um relacionamento humano e humanizante” à informação, defendeu hoje em Lisboa a irmã Maria Albertina, religiosa de clausura do Mosteiro das Clarissas de São José, Vila das Aves.
A monja sustentou que o silêncio é uma “conquista permanente”, para conduzir à “harmonia interior”, falando durante a sessão de apresentação do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais, que a Igreja Católica vai celebrar a 20 de maio.
A iniciativa, este ano dedicada ao tema ‘Silêncio e palavra: caminho de evangelização’, título de mensagem de Bento XVI para esta celebração, reuniu cerca de cinco dezenas de jornalistas. A irmã Maria Albertina referiu aos presentes que “há uma vocação que implica o silêncio, para o encontro, para uma comunicação profunda”.
“Silêncio para escutar, para deixar que cada pessoa se exprima, no respeito pela diferença de pensamento”, acrescentou.
Para a religiosa, “o silêncio subtrai aos dois perigos assinalados pelo Papa: o desinteresse, numa atenção calejada de tanta notícia ouvir; ao aturdimento das múltiplas sensações deixadas pelo excesso de informação mal digerida”.
“A partir do silêncio, eu vejo todos os intervenientes da notícia que me chega, apenas como seres humanos e não sob uma ou outra cor que me é apresentada”, testemunhou.
O jornalista Henrique Monteiro, diretor da Editorial Impresa, alertou, por seu lado, para o que denominou como “totalitarismo científico”.
“O silêncio intimida-nos, numa sociedade que é de ruído e quer ter respostas para tudo”, observou.
Nesse sentido, criticou a confusão entre informação, conhecimento e sabedoria, “como se fossem todos a mesma coisa”.
“O silêncio tem esse poder terrível de nos fazer pensar e de nos fazer compreender”, acrescentou Henrique Monteiro.
“O silêncio apenas diz da nossa pequenez e da nossa ignorância. Nós não sabemos tudo”, prosseguiu, revelando que para a maioria das pessoas com que trabalha, “que são os jornalistas, as respostas ou não existem ou já estão dadas”.
A celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única do género a ser instituída pelo Concílio Vaticano II (Decreto ‘Inter Mirifica’, 1963).
fonte Agência Ecclesia (OC) |
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Elogio do silêncio
A mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais faz o
elogio do silêncio enquanto factor crucial e, muitas vezes, esquecido
para a verdadeira comunicação. O texto de Bento XVI para 20 de Maio,
Domingo da Ascenção, foi hoje divulgado pelo Vaticano.
O silêncio e a palavra devem equilibrar-se entre si, explica Bento XVI: “Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém, se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado”.
O Papa sublinha ainda o papel do silêncio "para favorecer o discernimento". Bento XVI refere que, perante tantos estímulos, é nessário "focalizar as perguntas verdadeiramente importantes".
“Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes”, pode ler-se na mensagem do Papa.
Neste quadro, Bento XVI sublinha que se torna necessário ao Homem encontrar espaços, mesmo nessas redes sociais, onde haja lugar para a reflexão, a oração e o silêncio.
O Papa identifica nesta insistente procura de respostas a “inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades” e, por isso, diz que não nos devemos surpreender com o facto de, “nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio" constituÍrem "espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas”.
Bento XVI toca também na questão da contemplação religiosa, recordando um tema que já tinha aflorado,em Outubro, numa visita à cartuxa da Serra de São Bruno, em Itália.
A mensagem termina falando da importância de se educar correctamente na comunicação: “Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo”.
Filipe d'Avillez RR
O silêncio e a palavra devem equilibrar-se entre si, explica Bento XVI: “Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém, se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado”.
O Papa sublinha ainda o papel do silêncio "para favorecer o discernimento". Bento XVI refere que, perante tantos estímulos, é nessário "focalizar as perguntas verdadeiramente importantes".
“Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes”, pode ler-se na mensagem do Papa.
Neste quadro, Bento XVI sublinha que se torna necessário ao Homem encontrar espaços, mesmo nessas redes sociais, onde haja lugar para a reflexão, a oração e o silêncio.
O Papa identifica nesta insistente procura de respostas a “inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades” e, por isso, diz que não nos devemos surpreender com o facto de, “nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio" constituÍrem "espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas”.
Bento XVI toca também na questão da contemplação religiosa, recordando um tema que já tinha aflorado,em Outubro, numa visita à cartuxa da Serra de São Bruno, em Itália.
A mensagem termina falando da importância de se educar correctamente na comunicação: “Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo”.
Filipe d'Avillez RR
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Godzine
A revista, agora bimestral, tem 9 secções, uma nova imagem e uma aposta
clara na selecção cuidada dos colaboradores sob a coordenação de Nuno
Sousa e Sara Amaral.
Entre as novidades encontramos a secção "YouCat" da responsabilidade do Ir. Darlei Zanon, religioso paulista e editor do YouCat para a língua portuguesa; a secção "Parábolas" da responsabilidade do padre dehoniano Ricardo José, e a secção "Dialetos da Palavra" que passa agora a ser da responsabilidade do Pe. Nuno Westwood.
As secções "5 minutos com o Mestre" (Adriano Batista) e "Folha dos Santos" mantêm-se, bem como a secção "Juventude que acredita" que continua a ser da responsabilidade da equipa CJ.
Outra aposta forte desta nova fase da Godzine é a ligação com os jovens brasileiros e daí o convite feito a Roberto Alves e Fernando Mininelli para assegurar a secção Cristo Jovem Brasil com conteúdos informais e descontraídos sobre a realidade da igreja e da pastoral juvenil no Brasil.
A JMJ Rio 2013 tem também um espaço próprio na nova Godzine. Lucas Monteiro, voluntário na equipa de comunicação da JMJ Madrid 2011 e membro da equipa nacional de jovens comunicadores da CNBB, é o colaborador responsável por esta secção.
Já a secção "Juventude que acredita" continua sob a responsabilidade da equipa Cristo Jovem.
Entre as novidades encontramos a secção "YouCat" da responsabilidade do Ir. Darlei Zanon, religioso paulista e editor do YouCat para a língua portuguesa; a secção "Parábolas" da responsabilidade do padre dehoniano Ricardo José, e a secção "Dialetos da Palavra" que passa agora a ser da responsabilidade do Pe. Nuno Westwood.
As secções "5 minutos com o Mestre" (Adriano Batista) e "Folha dos Santos" mantêm-se, bem como a secção "Juventude que acredita" que continua a ser da responsabilidade da equipa CJ.
Outra aposta forte desta nova fase da Godzine é a ligação com os jovens brasileiros e daí o convite feito a Roberto Alves e Fernando Mininelli para assegurar a secção Cristo Jovem Brasil com conteúdos informais e descontraídos sobre a realidade da igreja e da pastoral juvenil no Brasil.
A JMJ Rio 2013 tem também um espaço próprio na nova Godzine. Lucas Monteiro, voluntário na equipa de comunicação da JMJ Madrid 2011 e membro da equipa nacional de jovens comunicadores da CNBB, é o colaborador responsável por esta secção.
Já a secção "Juventude que acredita" continua sob a responsabilidade da equipa Cristo Jovem.
domingo, 23 de outubro de 2011
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Um vídeo muito simples com uma mensagem essencial fácil de perceber.
Por quê criamos tantas barreiras e complicamos tanto um gesto que deveria ser tão espontáneo e natural? Vale a pena pensar nisto e fazer alguma coisa para mudar as coisas....
experimentocomparte.org
Por quê criamos tantas barreiras e complicamos tanto um gesto que deveria ser tão espontáneo e natural? Vale a pena pensar nisto e fazer alguma coisa para mudar as coisas....
experimentocomparte.org
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
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