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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Um bom cristão não se lamenta


Um bom cristão não se lamenta, mas enfrenta a dor com alegria em Cristo, mesmo no meio de tribulações. Palavras do Papa Francisco na homilia da missa desta manhã (terça-feira) em Santa Marta.

O Papa prosseguiu a sua homilia pondo a tónica na alegria de Paulo e Silas, chamados a enfrentar a prisão e persecuções para transmitir o Evangelho.

Estavam alegres – disse – porque seguiam Cristo no caminho da sua Paixão. Um caminho que o Senhor percorre com paciência… E esse é o caminho que Jesus ensina aos cristãos. Espírito de paciência, o que não quer dizer tristeza, não!

Quer dizer suportar sobre os ombros o peso das dificuldades, o peso das contradições, das tribulações, suportar a vida de todos os dias. (…) Jesus suportou-as com paciência (…).
Um processo de maturidade cristã, através do caminho da paciência. Um processo que não se faz de uma dia para o outro, mas durante toda a vida para se chegar à maturidade cristã. É como o bom vinho”

O Papa recordou depois que muitos mártires sentiam-se felizes, como por exemplo os mártires de Nagazaki que se ajudavam mutuamente, “esperando o momento da morte”. Aliás, diz-se, em relação a alguns mártires – salientou o Papa – que iam ao patíbulo como se vai a uma festa de casamento.

Esta atitude do suportar – acrescentou – é a atitude normal do cristão, mas não é uma atitude masoquista. Antes pelo contrário, é uma atitude que os põe “no caminho de Jesus”: Quando surgem dificuldades, chegam também muitas tentações.

Por exemplo, a lamentação: “viste o que me aconteceu… uma lamentação. E um cristão que se lamenta continuamente deixa de ser um bom cristão: é o senhor ou a senhora das lamentações, não é? (…)

Silencio no suportar, silencio paciente.

Aquele silencio de Jesus que na sua paixão e morte não falou… apenas duas ou três palavras necessária… O silêncio da suportação da Cruz não é um silencio triste. É doloroso, por vezes muito doloroso, mas não é triste.

Papa Francisco
8 maio 2013

terça-feira, 8 de maio de 2012

O cardeal Dolan e os problemas de "laringite" da hierarquia

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Não são tempos de tédio para o cardeal Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque. Desde há meses, como presidente da conferência episcopal dos Estados Unidos, Dolan personifica a oposição ao decreto da administração Obama que irá obrigar empresas e instituições a incluir a contracepção entre os serviços cobertos pelos seguros de saúde que pagam aos seus empregados

Pareceram-me particularmente interessantes as últimas três referências amplas dedicadas ao arcebispo de Nova Iorque: um perfil publicado na Newsweek, um artigo-entrevista com várias citações no The Wall Street Journal e uma entrevista televisiva à Fox News. Nos três, ao lado de uma atitude positiva, aparece o respeito de Dolan pelo "adversário" Obama, aparece o esforço por focar o conflito como uma ameaça à liberdade religiosa (e não como uma discussão sobre a contracepção) e a abertura para debater assuntos em que a mesma hierarquia da Igreja (a que ele pertence) agiu mal. 

Sobre este último ponto diz, por exemplo: "não me assusta admitir que é desafio interno para a catequese – um desafio grande como uma torre – convencer a nossa própria gente sobre a beleza moral e a coerência daquilo que ensinamos. É tarefa gigante".

Sobre a contracepção, admite que "muitos de nós" ao considerar que se trata de um tema impopular pensámos inconscientemente: "o melhor é não falar sobre isso", e deu-se um vazio.

Depois, a crise dos abusos "intensificou a nossa laringite para falar dos temas da castidade e da moral sexual". A atitude era: "depois do que fizeram alguns bispos e padres, embora uma minoria,  como é que eu posso ter alguma credibilidade para falar disso?".
E, no entanto, o arcebispo diz que encontra, especialmente entre os jovens adultos, "uma fome" de uma voz mais autorizada da Igreja sobre sexualidade. "(Esses jovens) apressam-se a dizer que talvez não sejam capazes de lhe obedecer, mas querem ouvir essa voz. Por uma questão de justiça, tu, como pastor, precisas de nos falar. Precisas de nos desafiar".

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Este verão, queres ser sereia ou baleia?


Há tempos, numa cidade de França, um cartaz, com uma jovem espectacular, na montra de um ginásio, dizia: "Este verão, queres ser sereia ou baleia?"

Dizem que uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:

"Estimados Senhores:
As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas, às quais amamentam. Divertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia. As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e praticamente não têm outros predadores além dos humanos. São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.
As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teriam um grave problema de personalidade, "mulher ou peixe?". Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos. 

São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes. Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixaria?

Para mim está claro, quero ser baleia.

P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro desfrutar de um gelado com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos. Com o tempo ganhamos peso, porque ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo, por isso não estamos gordas, somos tremendamente cultas. A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei, Meu Deus, que inteligente que sou...

sábado, 23 de julho de 2011

Evangelização e Comunicação

Recentemente em Vilnius, na Lituânia, os secretários gerais das Conferências Episcopais da Europa encontraram-se com os responsáveis da comunicação das mesmas conferências. O objectivo era pensar a relação entre evangelização e comunicação.

O tema é, sem dúvida, muito vasto e não pode se pretendia chegar a todos os aspectos. Foram, no entanto tratadas duas questões muito concretas, que têm que ver com o modo como a Igreja se relaciona com os meios de comunicação Social e, por isso, como se dá a conhecer ao mundo e como utiliza os novos instrumentos da tecnologia para comunicar.

Em primeiro lugar tratou-se das crises. Como é que a Igreja comunica com a sociedade quando há “crises” ou problemas dentro da Igreja? A conclusão, que poderia ser surpreendente para quem não percebe muito bem o que é a Igreja, foi de que quando há crises, o mais importante não é escondê-las ou disfarçá-las, mas tentar resolver o problema que lhe deu origem. As “crises” não se resolvem com uma simples estratégia de comunicação, mas atacando as origens. Um exemplo claro temos no modo como o Santo Padre tem lidado com o problema da pedofilia. Vemos que para o Papa não foi e não é a principal preocupação defender a imagem da Igreja, mas, efectivamente, tentar por tudo que não haja mais crianças a sofrerem e que os sacerdotes sejam mais santos. A comunicação da Igreja nestes casos não deve, por isso, tentar disfarçar o problema ou dizer que também outros têm o mesmo problema, mas reconhecer o problema e mostrar o que se está a fazer para o resolver. Importante ainda, como foi dito por diversos participantes da reunião, é a unidade dos pastores e dos membros da Igreja. A nossa unidade vem de Deus, bem o sabemos, e não tem as suas raízes nas simples qualidades humanas dos filhos da Igreja, mas claro que também é uma responsabilidade que exige de cada um uma grande atenção.

O segundo tema tratado em Vilnius tem que ver com a necessiade de a Igreja conhecer e utilizar bem os novos instrumentos, nomeadamente as redes sociais e outros recursos próprios dos nossos tempos na sua missão. Sobre isto tem havido uma evolução na maneira como os especialistas da Igreja têm abordado a questão. Talvez há uns 10 anos havia unanimidade em dizer que a Igreja não podia perder o comboio. O Evangelho não é, de facto, contrário a nenhum desenvolvimento tecnológico e tudo o que ajudar é bom e, por isso, não podemos deixar de estar presente em todos os lugares, mesmo no mundo virtual. Mas hoje estamos a assistir a diversas mudanças que fazem pensar que, de facto, a posição, digamos, progressista e que olha para o futuro, não é a que quer “adaptar” o que temos a dizer aos novos meios, mas a daqueles que estão conscientes da identidade da Igreja e sabem ter uma atitude crítica e livre em relação aos novos meios de comunicação. Se evangelizar é levar Jesus às pessoas e não é simplesmente a transmissão de uma mensagem ou de uma doutrina, então não se pode nunca substituir o encontro pessoal – a Igreja é o corpo de Cristo e os cristãos são os Seus membros que podem ser encontrados – por encontros virtuais. O conto de E.M. Forster “the machine stops” escrito em 1909 e o livro de Sherry Turkle “Alone Together, why we expect more from tchnology and less from each other” escrito em 2010, serviram para recordar que as novas tecnologias têm uma incidência na vida e no modo de compreendermos o que é ser pessoa e que, por isso, nem tudo é neutro. À Igreja, que é a guardiã da Palavra de Deus, ou seja, daquilo que Deus quer dizer, cabe também a missão de recordar o que é a verdade do homem em toda a sua grandeza. Evangelizar nos tempos de hoje contará, sem dúvida, com tudo o que ajudar a chegar a cada pessoa, mas a Igreja ao dar a conhecer Jesus também dá critérios para se poder distinguir o bem do mal, o que é justo e pode ser utilizado daquilo que abafa o coração do homem e deve ser evitado.

A urgência da evangelização é, em síntese, também a necessidade de salvar o humano. Como o único Salvador é Jesus, a Igreja não se limita a lembrar o que se deve fazer ou pensar, mas traz Jesus à vida da sociedade para que Ele possa ser conhecido e amado. O desafio é, pois, o de saber como é que uma Igreja hoje num mundo cheio de relações virtuais e, ela mesma, cheia de homens e mulheres frágeis, pode ser entendida quando repete as palavras de São João na sua primeira Carta: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplámos, e o que as nossas mãos apalparam do Verbo da Vida vo-lo anunciamos”. A conclusão é de que é necessário manter uma vida de comunhão com Deus e com os irmãos na fé. Os santos sempre souberam como lidar com as crises e como utilizar os meios que a tecnologia oferece sem ser utilizados por eles.

P. Duarte da Cunha
Voz da Verdade 10 Julho 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

JMJ



Por fin llegó el momento de enseñaros todo lo que se mueve dentro de la JMJ, todo el trabajo escondido que entraña el encuentro de los jóvenes con el Papa del próximo mes de Agosto, en Madrid. Queremos recorrer con vosotros peregrinos y amigos, la sede y acercaros al proyecto humano latente en el corazón de los voluntarios. Veremos lo que se trabaja en los distintos departamentos: Secretaría, Logística, Cultura, Actos Centrales...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Igreja deve falar a “nova linguagem” da comunicação

Bento XVI considera que a Igreja católica deve aprender e falar a “nova linguagem” dos meios de comunicação e das redes digitais.

Esse foi o desafio que o pontífice deixou nesta segunda-feira aos participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, que reúne até quinta-feira no Vaticano representantes eclesiais, comunicadores e especialistas em comunicação dos cinco continentes.

“Não se trata só de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas de ter o valor de restabelecer de uma maneira mais profunda, como aconteceu em outras épocas, a relação entre a fé, a vida da Igreja e as mudanças que o homem está vivendo”, afirmou o Papa.

Bento XVI deixou ao Conselho das Comunicações a tarefa de aprofundar sobre o tema da “cultura digital”, “estimulando e apoiando a reflexão para uma maior consciência sobre os desafios que esperam a comunidade eclesial e civil”.

O bispo de Roma alentou os participantes na assembleia ao “compromisso de ajudar todos que têm responsabilidade na Igreja a ser capazes de entender, interpretar e falar a ‘nova linguagem’ da mídia em função pastoral, em diálogo com o mundo contemporâneo”.

Para isso, é necessário responder a estas perguntas: “Que desafios lança à fé e à teologia o chamado pensamento digital? Que perguntas e requisitos?”

Novos símbolos e metáforas

“A cultura digital lança novos desafios a nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale da transcendência”, disse.

O próprio Jesus – afirmou o Santo Padre –, “no anúncio do Reino, soube utilizar elementos da cultura e do ambiente de seu tempo: o rebanho, os campos, o banquete, as sementes, etc.”

“Hoje somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ser de ajuda ao falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo”, convidou o Papa.

Comunicação humana


A proposta do Papa é “promover uma comunicação verdadeiramente humana”, que deve analisar o novo fenómeno comunicativo “além de todo entusiasmo ou cepticismo fácil”.

A contribuição dos crentes – afirmou – deve ajudar “o próprio mundo dos meios de comunicação, abrindo horizontes de sentido e de valor que a cultura digital não é capaz por si só de entrever e representar”.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Deus e a carreira de sucesso


Melhor treinador de futebol do mundo fala da sua fé, da Bíblia que lê antes dos jogos e da «missão» que lhe sente ter sido destinada

José Mourinho acredita que Deus também faz parte da sua carreira de sucesso e, rejeitando superstições, gosta de ler algumas páginas da Bíblia antes dos jogos não para “Lhe pedir” ajuda, mas porque “acredita que Ele está”.

“Quando leio a Bíblia não estou propriamente a pedir-Lhe para que me ajude. Eu não peço para que me ajude num jogo. Mas penso que se eu for um bom homem, um bom pai, um bom marido, um bom amigo, se tiver uma vida social compatível com aquilo que são os Seus ideais, penso que tenho mais possibilidade de... É uma coisa que me alimenta na fé”, refere o treinador da equipa de futebol profissional do Real Madrid.

As declarações de José Mourinho foram recolhidas em Madrid, no âmbito de um projecto editorial sob figuras empreendedoras em Portugal, promovido pelo CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) em parceria com o Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa e com a Universidade de Aveiro, a que o Programa «70x7» se associou.

Na emissão deste Domingo, 23 de Janeiro, o «70x7» apresenta José Mourinho num discurso na primeira pessoa.

O homem que recentemente foi eleito o melhor treinador do ano pela FIFA/France Football diz quais as suas convicções, as memórias pessoais que determinaram a sua vida e o que faz dele o “special one”, o especial.

Para José Mourinho, tem sido determinante para o sucesso desportivo o facto de ter tido formação académica, capaz de lhe dar conhecimento para exercer lideranças com qualidade.

“Eu tive formação académica porque quis ter e porque nasci numa família onde havia um certo controlo familiar”, refere, recordando a importância da mãe, professora, no seu percurso formativo, assim como a influência da mulher, que estudou filosofia.

“Há uma coisa que digo sempre: tenho de tomar decisões mas tenho de ter razões para as minhas decisões” porque, reconhece, “o jogador de futebol não é fácil gerir”.

Nos momentos de tensão, quando toma decisões por intuição e que determinam um jogo e, por vezes, uma época, reconhece também a presença de Deus.

“Eu digo sempre: Ele lá em cima apontou para mim e disse tu vais ser um dos talentosos naquela área. E assim foi”, afirmou Mourinho.

“Sem ser aquele praticante profundo - que não o sou ou por personalidade ou pelo próprio estilo de vida que acabo por ter - acredito muito que ele está e que, da mesma maneira que me escolheu como um dos eleitos, eu tenho também uma missão a cumprir neste mundo”, precisa.

“A minha leitura de duas, três, quatro páginas da Bíblia antes dos jogos é simplesmente um acto de fé e de me sentir bem”, acrescenta.

No programa «70x7» de 23 de Janeiro, com emissão na RTP2 pelas o9h30, José Mourinho revela também as suas convicções e as características de uma personalidade que fazem dele o melhor treinador de futebol do mundo.

veja o vídeo na Agência Ecclesia

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Las instituciones religiosas encuentran dificultades para invertir de forma responsable

Una investigación llevada a cabo por ESADE Business School, Vlerick Leuven School of Management de Bélgica y el Interfaith International Investment Group (3iG), ha puesto de manifiesto que las instituciones religiosas tienen dificultades para invertir de forma responsable y mantener, a su vez, una estrategia que encaje con sus creencias.

A pesar de que las instituciones religiosas son mayoritariamente consideradas como las pioneras de la inversión responsable y constituyen el tercer mayor grupo inversor a escala mundial, parece que el mercado bursátil presenta dificultades cuando se trata de alinear las necesidades religiosas con una estrategia de inversión responsable.

La profesora Celine Louche, encargada de realizar la investigación junto con Katinka van Cranenburgh, de 3iG, y el profesor Daniel Arenas, de ESADE, afirma que los inversores religiosos no siempre tienen en cuenta el resultado final en la decisión de dónde depositar su dinero. “Observamos que las instituciones religiosas van más allá de los aspectos financieros de la inversión. Se mueven más por el impacto que puede tener sobre el comportamiento de la empresa o la sociedad que por la rentabilidad financiera. Tienden a tener preferencia por invertir en proyectos o empresas que “hacen el bien”, en vez de simplemente adoptar las “mejores propuestas de la categoría”.

Sin embargo, este enfoque es cada vez más difícil por el hecho de que los bancos a menudo no pueden proporcionar los servicios necesarios coherentes con la inversión respetuosa con la fe. “Las instituciones religiosas no pueden realizar inversiones respetuosas con la fe aisladamente, sino que éstas dependerán de las ofertas de las instituciones financieras. El actual mercado de inversión no puede proporcionar todas las herramientas y servicios requeridos por los inversores religiosos”, señala Van Cranenburgh.” La mayoría de las instituciones religiosas encuestadas afirmaron que sus creencias religiosas se reflejan en sus prácticas inversoras, pero el 51 % destacó que invertiría más si hubiera herramientas seguras para hacerlo de conformidad con sus creencias. “

La investigación dio con una posible solución a dicha situación: productos de inversión religiosa personalizados. Arenas señala que “la mayoría de instituciones religiosas requieren de un mercado de inversión menos complejo, por lo que esta necesidad podría satisfacerse con los productos de inversión religiosa personalizados. La personalización y la simplificación atraerían más dinero religioso al mercado mundial de inversión responsable, en beneficio de ambas partes. “

Louche añade: “Este tipo de investigación no se había llevado a cabo hasta ahora, dado que en general es muy difícil hablar con las instituciones religiosas, sobre todo cuando se trata de preguntas sobre dinero. Sin embargo, después de haber conversado ampliamente con los focus groups de las instituciones y tras realizar una encuesta mundial, es evidente que, para ellos, se trata de un grave problema. La idea global de la investigación era impulsar un diálogo más abierto con estas instituciones religiosas y, de este modo, tratar de entender los problemas a los que se enfrentan.”

La encuesta incluye 108 encuestados, el 50 % de los cuales eran estadounidenses y el otro 50 % no.

Se envió a distintas religiones y el 90 % de las personas que respondieron a la encuesta eran cristianas. Más del 70 % de las instituciones religiosas de la encuesta realizan alguna forma de inversión de impacto (impact investing), en áreas como el desarrollo comunitario, las microfinanzas, las viviendas asequibles y el comercio justo, y no sólo evaluación negativa y positiva (negative and positive screening). Y más del 80 % de las instituciones religiosas de la encuesta practican algún tipo de compromiso de accionista (shareholder engagement) con las empresas en las que invierten.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Foi o Pai que me ensinou


Arrancou na Quarta-feira a campanha de multimeios «Foi o Pai que em ensinou», uma iniciativa da Comissão Organizadora de Lisboa da Visita de Bento XVI que tem por objectivos dar as boas-vindas ao Papa e mobilizar as pessoas para participarem nas cerimónias que vão decorrer na capital.


Nove pessoas protagonizam esta campanha, “dando a cara pelo Pai”, cada uma com a sua assinatura, numa organização coordenada pela Multilem (autora do palco e estruturas a instalar no Terreiro do Paço), que desenvolveu o conceito com base na mobilização para acolher Bento XVI na sua primeira Visita Apostólica a Portugal.

A campanha gira em torno de nove conceitos, todos eles apoiados na frase «Foi o Pai que me ensinou»: partilhar, amar, rezar, acreditar, confiar, esperar, perdoar, escutar e festejar.

Movimentando todo o distrito de Lisboa, a campanha reúne os concelhos da Diocese de Lisboa, com enfoque nos meios de comunicação tradicionais, bem como outros suportes de divulgação, para dinamizar e decorar toda a cidade e arredores de Lisboa para a recepção a Bento XVI.

No total serão disponibilizados mais de 2.000 mupis e de 200 outdoors de grandes dimensões (8mx3m) nos concelhos de Alenquer, Almada, Amadora, Barreiro, Caldas da Rainha, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Montijo, Óbidos, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Setúbal, Sintra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Foram igualmente colocados cerca de 1.000 pendões na cidade de Lisboa, nos percursos onde passará o Papa Bento XVI.

A campanha iniciou-se com 200 outdoors “Lisboa com Bento XVI”, seguida do teaser “Foi o Pai que me Ensinou”.

O pdf da campanha pode ser descarregado na página
bentoxviportugal.pt/

sábado, 3 de abril de 2010

Eu Acredito!

Com a vinda do Papa a Portugal por ocasião das celebrações dos 10 anos da beatificação dos pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta, queremos juntar o maior número de jovens para acompanhar o Santo Padre desde Lisboa até Fátima e propor-lhes um programa de três dias inesquecível!

Queremos mostrar o nosso apoio ao Papa nesta sua exigente missão de conduzir a Igreja e dizer-lhe que estamos sempre com ele, presentes através da oração e sendo uma parte vibrante de uma Igreja viva e jovem!

Não queremos por isso deixar de marcar o nosso país, a nossa sociedade, a nossa juventude. Queremos ser alegria, paixão e esperança em tempos de maior angústia e escuridão. Queremos dizer aos portugueses e ao mundo que apesar das várias crises que atravessamos Nós Acreditamos! Quando os dias são sombrios, quando as possibilidades parecem limitadas, quando o futuro é assustador, quando somos confrontados com as realidades duras da pobreza, da corrupção, de violência, da injustiça ... Nós escolhemos Acreditar!

Num país que deve encarar de frente novos desafios, onde por vezes falta a ousadia de um rumo exigente e um futuro brilhante, nós jovens queremos pegar nas mãos este futuro e deixar uma marca de esperança e força nestes dias! Contamos com cada um, com o que traz de especial a estes dias e estamos abertos a todos, nesta oportunidade única de estarmos todos juntos!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Igreja: de Gutenberg ao Facebook

A mensagem pode ser diferente, mas o meio parece ser o mesmo. Da religião muçulmana ao budismo, passando pela Igreja Evangélica e Ortodoxa, todos seguem o exemplo da Igreja Católica ao reconhecer as potencialidades da Internet, seja para comunicar com os fiéis ou para dar a conhecer a sua religião. Evidencia-se desta forma a evolução na forma de propagação da fé, marcada por um progresso gradual desde a imprensa de Gutenberg aos dias de hoje. Contudo, esta evolução esteve estagnada, pois durante muito tempo a Igreja Católica deteve o maior de todos os meios de comunicação de que se tem conhecimento na História: o púlpito. O lugar a partir do qual se fazia a pregação também era o lugar de onde partiam as orientações, as boas e as más notícias. A partir da metade do século passado, quando a sociedade deixou gradualmente de ser rural para ser iminentemente urbana, este eixo também se deslocou e a Igreja teve dificuldade em encontrar o seu lugar.


Ultimamente, a evangelização pelos meios de comunicação online tem sido uma das principais preocupações do Vaticano. São frequentes os pronunciamentos do Papa e de outros membros da cúria romana sobre a necessidade urgente de a Igreja (clero e leigos) usar estes meios de forma consistente e criativa, sem obviamente se descuidar a evangelização e o testemunho cristão. A ideia que se tinha da Igreja Católica como estrutura rígida de transmissão da sua doutrina parece cada vez mais estar a cair por terra, pois existem cada vez mais blogs, páginas de Internet e redes sociais ligados à religião. Tratar-se-á de cumprir o desafio que Jesus propôs aos seus discípulos “ide por todo o mundo e anunciai a Boa Nova"? Ou será uma tentativa de resgate de fiéis?

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FÁBIO VENTURA
PORTAL - VER

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Uma referência ética em tempos difíceis


É um homem com uma postura humanista de diálogo e de tolerância, uma “referência ética para a sociedade portuguesa nos tempos difíceis” em que vivemos. Foi assim que o júri do Prémio Pessoa, que anualmente distingue uma personalidade portuguesa, justificou a escolha do Bispo do Porto. D. Manuel Clemente diz-se surpreendido com o prémio, mas a escolha reúne o consenso da Igreja e da esfera política


O Prémio Pessoa distingue personalidades que tenham sido, ao longo de um ano, protagonistas de uma “intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica” do país. Lançada em 1987 pelo Expresso, a iniciativa reconheceu este ano não só a vasta obra historiográfica de D. Manuel Clemente, como a sua intervenção cívica, pautada por “uma postura humanista de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção social da Igreja”: paralelamente à sua missão pastoral, o Bispo do Porto “desenvolve uma intensa actividade cultural de estudo e debate público", divulgou, em comunicado, o júri do Prémio Pessoa. Uma “figura ética” que constitui “uma referência para a sociedade portuguesa nos tempos difíceis que vivemos actualmente", anunciou, em conferência de imprensa realizada na passada sexta-feira no Palácio de Seteais, em Sintra, o júri do Prémio Pessoa.

fonte VER

Rezar o Rosário



Muchos no me entienden

Dicen que es aburrido
Que siempre digo lo mismo
Que así no ayudo a nadie
Que está pasado de moda
Que ya nadie lo hace
Que no sirve para nada
Que no tiene sentido
Que estoy perdiendo el tiempo

Sin embargo
Un buen amigo
Me dijo una vez
No tengas miedo
Y ten siempre presente
Que no estás solo

Yo rezo el Rosario

50 personas
50 esperanzas
50 experiencias
50 corazones
50 almas
50 sueños
50 hijos
50 Avemarías

¿Rezas el Rosario?
Mayo, Mes de María

http://www.facebook.com/group.php?v=photos&gid=149104209727#/group.php?v=info&gid=149104209727

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Réveillon XL



“A tua vida é preciosa diante dos meus olhos”
(1 Sam 26,24)


Réveillon XL

Local: CVJ - Missionários Combonianos – Maia
Chegada: 29 Dezembro até às 19.30h
Partida: 1 Janeiro de manhã
Dia 30: acções de rua pela paz; marcha da paz.
Dia 31: jogos, compromisso FM, convívio
Inscrições: até 26 de Dezembro, 20€

Atenção: as inscrições são limitadas.
Mais informações: http://www.jovensemissao.blogspot.com/

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Condenação europeia do crucifixo nas escolas suscita perplexidade

Com amargura e sobretudo com perplexidade, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) recebeu a sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com a qual se condenou hoje este país por colocar crucifixos nas escolas.


Um comunicado de imprensa, emitido pela Sala para as Comunicações Sociais da CEI, baseando-se em uma primeira leitura da sentença, considera que nela “se impôs uma visão parcial e ideológica”.

O caso havia sido apresentado ao Tribunal de Estrasburgo por Soile Lautsi, cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 havia pedido à escola estatal Vittorino da Feltre, de Albano Terme (Pádua), na qual estudavam seus dois filhos, que tirasse os crucifixos das salas. A direção da escola se negou, por considerar que o crucifixo faz parte do patrimônio cultural italiano e, posteriormente, os tribunais italianos deram razão a este argumento.

Segundo a sentença de Estrasburgo, o governo italiano terá de pagar à mulher uma indenização de 5 mil euros por danos morais.

A primeira sentença da história desse tribunal em matéria de símbolos religiosos nas salas de aula considera que a presença do crucifixo na escola constitui “uma violação dos direitos dos pais de educarem seus filhos segundo suas convicções” e da “liberdade dos alunos”.

Segundo anunciou o juiz Nicola Lettieri, que defende a Itália no Tribunal de Estrasburgo, o governo italiano entrará com um recurso contra a sentença.

O comunicado de imprensa do episcopado italiano considera que esta sentença “suscita amargura e muitas perplexidades”.

“Ignora ou descuida o múltiplo significado do crucifixo, que não somente é um símbolo religioso, mas também um sinal cultural – acrescenta a nota. Não leva em consideração o fato de que, na verdade, na experiência italiana, a exposição do crucifixo nos lugares públicos está em harmonia com o reconhecimento dos princípios do catolicismo como parte do patrimônio histórico do povo italiano, confirmado pela Concordata de 1984”, que regula as relações Igreja-Estado nesse país.

“Dessa forma, corre-se o risco de separar artificialmente a identidade nacional das suas origens espirituais e culturais”, esclarece.

Segundo o episcopado, “não é certamente uma expressão de laicidade, mas uma degeneração em laicismo, a hostilidade contra toda forma de relevância política e cultural da religião”.

(Zenit 03.11.2009)

domingo, 11 de outubro de 2009

A imensa alegria de servir

Toda natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, serve o sulco.
Onde houver uma arvore para plantar, planta-a tu;
onde houver um erro para corrigir, corrige-o tu;
onde houver uma tarefa que todos recusem, aceita-a tu.

Sê quem tira a pedra do caminho, o ódio dos corações e as dificuldades dos problemas.

Há a alegria de ser sincero e de ser justo;
há, porém, mais que isso, a imensa alegria de servir.

Como seria triste o mundo se tudo já estivesse feito, se não houvesse uma roseira para plantar, uma iniciativa para lutar!

Não te seduzam as obras as obras fáceis.
É belo fazer tudo que os outros se recusam a executar.

Não cometas, porém, o erro de pensar que só tem merecimento executar
as grandes obras;
há pequenos préstimos que são bons serviços:
enfeitar uma mesa.
arrumar uns livros.
pentear uma criança.
Aquele é quem critica,
este é quem destrói,
sê tu quem serve.

O servir não é próprio dos seres inferiores:
Deus, que nos dá fruto e luz, serve.
Poderia chamar-se: o Servidor.
e tem seus olhos fixos em nossas mãos e nos pergunta todos os dias:

- Serviste hoje?

Gabriela Mistral, poetisa chilena (1889-1957)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

LIDERANÇA, FÉ E FUNÇÃO SOCIAL DO PATRIMÓNIO NA CANONIZAÇÃO DE S. NUNO DE STA. MARIA

A função social do património, a par da liderança e da expressão pública da fé formam algumas das notas que o reitor da Universidade Católica, o professor Manuel Braga da Cruz, desenvolveu no último encontro da ACEGE, associação dos empresários cristãos.

Não se intitulando um “expert” no tema de S. Nuno de Santa Maria, ou D. Nuno Álvares Pereira, um herói nacional da transição dos séculos XIV para o XV, Braga da Cruz começou por afirmar a sua ligação do Santo aconteceu na instrução primária e no secundária, onde frequentou escolas com o nome do Condestável, para além de pertencer à comissão de Sta. Maria.

A recente canonização de D. Nuno Álvares Pereira começou por criar um embaraço a homens públicos, que não sabiam se haveriam de estar presentes na cerimónia ou fora dela. Houve mesmo quem afirmasse, naquele momento, sublinhou Braga da Cruz, que esta
“foi uma canonização fora de prazo” e foi com esta temática que o reitor da Universidade Católica defendeu a tese perfeitamente contrária.

Esta canonização é a primeira de um herói nacional na época da globalização. O Papa Bento XVI falou em herói nacional que foi capaz de estender o território nacional por novos oceanos e que permitiu a chegada dos evangelhos o que, reflectido nos tempos de hoje, significa a importância das missões numa época de globalização. E o
Santo Padre, frisou o reitor, quis sublinhar a matriz social na identidade nacional. Braga da Cruz parafraseou o escritor José Saramago que há uns anos terá dito numa cerimónia ocorrida no Colégio S. João de Brito, em Lisboa, que “culturalmente falando, todos somos católicos”.

Na verdade, afirmou o professor Braga da Cruz, “a globalização não é dissociável das nacionalidades”. Esta não substitui as identidades nacionais ou locais e mais, “em tempos de globalização as identidades nacionais assumem importâncias maiores”. E com esta canonização, um dos primeiros objectivos do Papa foi afirmar a relevância das “matrizes culturais nas identidades nacionais”.

O interlocutor realçou os dramas vividos na ex-URSS ou nos Balcãs, pois não será com processos políticos que se apagam culturas. Outro objectivo do Papa Bento XVI foi realçar a presciência de D. Nuno Álvares Pereira, da legitimidade nacional sobre a legitimidade dinástica. Foi D. Nuno Álvares Pereira quem, com o apoio popular, proclamou a legitimidade do Mestre de Avis, afirmando a prioridade da dimensão nacional.

A NACIONALIDADE
D. Nuno Álvares Pereira vivia num período em que não havia nações com as monarquias a usarem a religião para afirmar o respectivo poder, mas este também foi um período em que começaram a emergir nações, tendo o Papa reconhecido a sua laicidade sobre a estratégia do espírito.

Uma segunda nota de Braga da Cruz prende-se com a canonização do Condestável em termos de pacifismo antimilitarista. Não nos podemos esquecer de que o Papa disse que ele era um “exímio chefe militar” e esta afirmação é feita nos tempos modernos onde, nas sociedades do bem-estar, se tende a delegar em outros as tarefas de segurança e defesa.

Nas sociedades modernas os valores típicos foram-se alterando, passando de valores como a segurança, ordem e autoridade para valores do ambiente, participação cívica e qualidade de vida. Acontece que o Papa, para canonizar um chefe militar – que pertencia a uma das mais importantes ordens de cavalaria europeia -, quis chamar a atenção para as forças de segurança e a necessidade de acautelar a paz, e isto porque a segurança não é um dado adquirido.

O Papa colocou em evidência a vida de uma personagem que nunca desenvolveu guerras agressivas, apenas defensivas e foi, por isso, convertido em exemplo do militar cristão, sendo guerreiro e santo.

LIDERANÇA
Esta canonização acontece em tempos de necessidade de liderança e nisso foi,mais uma vez, um exemplo. Hoje, sublinhou Braga da Cruz, há uma debilitação das lideranças, há uma crise de autoridade. S. Nuno de Santa Maria tinha capacidade de liderança e mobilização porque aquilo que era importante era a qualidade e força de espírito,
valores que o Papa quis sublinhar ao avançar para a canonização.

Esta pode ser ainda entendida como expressão pública de fé. D. Nuno Álvares Pereira rezava muito e rezava em público e agradecia muito, exprimia-se em piedade na vida social. Aquilo que se pode inferir é que a religião “não se confunde com privacidade, a religião tem dimensão pública e comunitária” e o Condestável dava-lhe essa expressão pública.

A concepção solidária do património é outra temática de estudo em Nuno Álvares Pereira. Não se trata aqui da história conhecida em que largou todos os seus bens e se fez deliberadamente pobre. A questão é a da função social do património no final do século XIV, que permitiu a solidificação da Casa de Bragança e cujo impacto se prolongou pelos três séculos seguintes.

A compatibilidade da propriedade com a matriz social foi algo inovador. Braga da Cruz sublinha um facto exemplar de como soube dar divulgação social da propriedade privada, ou a forma como entendeu a relação com os bens patrimoniais.

CRISE DE VALORES
Esta canonização ocorre num período de grande crise de valores. O reitor da Católica sublinhou que “houve falta de valores na ordem dela (crise económica)” e ainda que a situação actual “representa uma enorme debilidade dos valores sociais”. Com esta canonização, o interlocutor frisou que o Papa não quis satisfazer os portugueses,
mas apresentar (D. Nuno Álvares Pereira)à igreja universal.

S. Nuno de Santa Maria foi “grande na forma como sempre soube encontrar os valores da Fé”, concluiu o professor Manuel Braga da Cruz.

Vítor Norinha - OJE 06.07.2009

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Bella

Amigos,

Finalmente… este filme vai estrear cá. É um filme pró-vida muito bonito, uma amiga minha já o viu nos EUA há dois anos… Não percam e divulguem, por favor!